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19 de Jul de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 DF tem campanha de vacinação antirrábica itinerante - Jornal Brasil em Folhas
DF tem campanha de vacinação antirrábica itinerante


Para melhorar a cobertura vacinal contra a raiva entre cães e gatos, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal realiza, este ano, uma campanha de vacinação antirrábica ampliada e itinerante, envolvendo condomínios, comunidades rurais e áreas urbanas. A lista completa dos dias e locais onde a imunização acontece pode ser acessado.

As doses serão distribuídas de segunda a sexta-feira durante os meses de julho, agosto e setembro. Até 2017, a imunização antirrábica em animais era feita apenas aos fins de semana.

O chamado Dia D, data em que se concentram esforços de vacinação, terá em duas edições: 21 de julho e 29 de setembro para áreas urbanas e 25 de agosto na área rural. Mais de 80 postos devem estar disponíveis para vacinação nessas datas. A lista dos locais será divulgada posteriormente.

Para 2018, a expectativa da Secretaria de Saúde do Distrtito Federal é vacinar cerca de 270 mil cães e gatos – 80% do público-alvo. A população estimada desses animais no Distrito Federal é de aproximadamente 340 mil.
A doença

A raiva é uma doença 100% letal ao ser humano. O vírus é transmitido do animal para o homem, principalmente por meio da mordida. Cães e gatos são os principais transmissores da doença. A vacina é a única forma de prevenção.

O único caso de raiva humana no Distrito Federal foi registrado em 1978. Já as últimas ocorrências em cães e gatos foram identificadas em 2000 e 2001, respectivamente.

Entre os sinais clínicos da doença, é possível destacar que os cães se tornam mais agressivos, mordendo pessoas, animais e objetos, ou ficam tristes, procurando lugares escuros. O latido se torna diferente do habitual; o animal tende a ficar de boca aberta, com muita salivação, recusa água e alimentos e tem dificuldade para engolir. Também há falta de coordenação motora; convulsão; e paralisia das patas traseiras.

Em caso de suspeita da doença, é importante deixar o animal em observação duramente dez dias, em local seguro, para não fugir nem atacar pessoas ou outros animais. Ele deve receber água e comida normalmente. Caso não seja possível observar o animal em casa, a orientação é encaminhá-lo ao canil da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde.

Edição: Maria Claudia

 

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