Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


14 de Aug de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Comércio e indústria cobram juros mais baixos para consumidor final - Jornal Brasil em Folhas
Comércio e indústria cobram juros mais baixos para consumidor final


Entidades empresariais criticaram hoje (1º) a demora para os juros baixos chegarem ao consumidor final. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) destacou que, mesmo taxa básica de juros estando em níveis historicamente baixos, a queda ainda não foi plenamente percebida nos custos dos empréstimos.

“São cruciais, portanto, medidas que reduzam o elevado custo do crédito, refletido nos elevados spreads bancários, que há várias décadas é um dos mais altos do mundo. Para reduzir o alto custo do crédito, é necessário adotar medidas que combatam de fato a baixa concorrência no sistema bancário brasileiro”, diz, em nota, a Fiesp. Spread é a diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo

Para a Fiesp, reformas que equacionem o desequilíbrio fiscal são cruciais “para que a taxa [básica de juros] Selic recue de forma consistente para níveis condizentes com os padrões internacionais”.

Nesta quarta-feira, pela terceira vez seguida, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve os juros básicos da economia, atualmente em 6,5% ao ano.

Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) salientou que os juros reais brasileiros ainda estão muito altos, se comparados à média internacional, afetando a competitividade do país. “A questão primordial, porém, é que a queda da taxa básica de juros não chegou na mesma proporção às operações de crédito para pessoas físicas e jurídicas, pois os spreads bancários continuam muito elevados, apesar da leve trajetória descendente atual”, destacou a entidade.

De acordo com a Abit, estima-se que famílias, empresas e governos deverão pagar, neste ano, cerca de R$ 800 bilhões em juros, “o que caracteriza uma transferência brutal de renda, que tira dinheiro dos setores produtivos e do consumo, mitigando o crescimento do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país]”.

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica cobrou ações do Banco Central para que a taxa de juros real seja reduzida a patamares compatíveis com a Selic. De acordo com a entidade, os bancos praticam taxas de crédito muito altas, e isso impede novos investimentos para aumentar a competitividade e elimina a chance das empresas renegociarem suas dívidas.

“Todo o mercado bate na mesma tecla, e o BC [Banco Central] não age. Adotar o Cadastro Positivo, atrair bancos estrangeiros para operar no país e incentivar o crédito via internet são apenas algumas das ferramentas que o governo dispõe para ajudar o setor produtivo a crescer”, destacou em nota.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) ressaltou que a decisão de não alterar a Selic foi a mais acertada diante do cenário atual. “Apesar de a inflação estar dentro da meta, o câmbio está pressionado, e as incertezas tornam os mercados mais cautelosos. Manter a taxa de juros no atual índice foi a medida adotada para reduzir riscos.”

Para a FecomercioSP, um novo ciclo de redução da Selic só poderá ocorrer em um próximo governo, desde que este se comprometa com reformas estruturais para que o Brasil se torne atraente e seguro para os investidores”.

Edição: Nádia Franco

 

Últimas Notícias

Banco Central aprova aquisição da XP Investimentos pelo banco Itaú
Associação critica proibição de cobrança por assentos em voos
Número de linhas fixas tem queda de 2,76% no último ano, diz Anatel
Dólar fecha a semana em R$ 3,86, maior alta desde 16 de julho
Governo vai propor adiamento de reajuste de servidores para 2020
Aberto prazo para renovação de contratos do Fies celebrados até 2017
Todos pela Educação faz debate com candidatos; Ciro é o 1º convidado
Brasil comemora aprovação de Bachelet para as Nações Unidas

MAIS NOTICIAS

 

Convenção do PSDB lança candidaturas de José Eliton, Marconi e Lúcia Vânia
 
 
ANP faz tomada pública sobre preço de etanol nas usinas
 
 
China e União Europeia se unem para apoiar comércio multilateral
 
 
Gabinete de intervenção vai comprar munição para polícia do Rio
 
 
PSDB confirma Alckmin como candidato a presidente da República
 
 
Álvaro Dias é oficializado candidato à Presidência pelo Podemos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212