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18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Clima é de consternação, diz engenheiro que estava no aeroporto de Bruxelas - Jornal Brasil em Folhas
Clima é de consternação, diz engenheiro que estava no aeroporto de Bruxelas


O engenheiro belga Thierry Dor estava dentro de uma aeronave, no aeroporto de Zaventem, em Bruxelas, quando foi surpreendido pelo aviso do piloto de que todos deveriam desembarcar.

Ele conta que o avião que iria para a Suíça já estava pronto para decolar quando o piloto interrompeu os procedimentos para avisar das duas explosões ocorridas no saguão.

Thierry Dor, que mora no Brasil e estava de férias na Bélgica, afirma que todos os passageiros foram retirados da aeronave por uma equipe de segurança especial e levados para um local próximo, mas fora do aeroporto.

“O atentado foi no check-in. Tinha muita gente, o aeroporto tem três, quatro vezes o tamanho do Galeão [aeroporto internacional do Rio de Janeiro]. E demorou um pouco, coisa de meia hora, para as autoridades perceberem o que estava acontecendo. Ficamos de uma a duas horas no avião até que nos levaram para fora.”

Ele conta que, antes mesmo de embarcar, viu pessoas correndo e gritando, mas que tudo se acalmou e não havia indício de mais problemas.

“Teve um certo momento que eu estava nas lojas [depois do check-in] e todo mundo começou a correr e a gritar. Mas depois tudo se acalmou e o embarque continuou. Só dentro do avião o piloto explicou que teve alerta de bomba e depois a bomba. Foi estranho”, afirma o belga.

Thierry Dor afirma que fica muito triste de ver a Bélgica dessa forma e que o clima é de consternação. Ele diz que a população “comemorava” as notícias da prisão bem sucedida de um fugitivo na última semana e que acreditava que o país estava no caminho certo no combate ao terrorismo.

“O clima é de consternação. No jornal de hoje tem muitos artigos sobre a prisão [de Salah Abdeslam, fugitivo procurado pelos atentados em novembro, em Paris] e de como seria o novo cenário agora que estão presos, que a polícia trabalhou muito bem. E isso [um novo atentado] justamente no mesmo dia”, lamentou.

Para ele, a convivência baseada em valores de direitos humanos será um desafio para o país.

“Tolerância está cada vez mais difícil [com a atuação de parte da população extremista religiosa]. Tentamos conviver juntos, mas está difícil”, diz o belga.

Pelo menos 34 pessoas morreram e 187 ficaram feridas nos atentados de hoje (22) em Bruxelas. Duas explosões foram registradas de manhã no aeroporto de Zaventem e uma terceira, cerca de uma hora mais tarde, na estação do metrô de Maelbeek, perto das instituições europeias. O grupo terrorista Estado Islâmico já reivindicou a autoria dos atentados.

 

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