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 Insegurança é a maior preocupação dos uruguaios, diz pesquisa - Jornal Brasil em Folhas
Insegurança é a maior preocupação dos uruguaios, diz pesquisa


Uma pesquisa feita pela empresa Cifra – financiada por empresas públicas e privadas, partidos políticos, organismos do Estado e organizações internacionais – mostrou que a insegurança é atualmente a maior preocupação da população do Uruguai. Há alguns anos o desemprego deixou de ser o grande medo dos uruguaios e a insegurança passou a dominar a lista dos problemas.

Conhecido por ser um país calmo e pacífico, o Uruguai figura entre os 37 países mais seguros do mundo, de acordo com o Índice Global da Paz (Global Peace Index 2018). Entre os países da América do Sul, os uruguaios perdem apenas para os chilenos, que estão classificados na 28ª posição. O Brasil está em 106º no ranking.

Há ainda outro indicador em que o Uruguai está bem classificado: é o Índice Mundial de Segurança Interna e Polícia (WISPI, da sigla em inglês). Entre os 127 países listados, Uruguai está em 35º.

No entanto, a nova pesquisa divulgada ontem (20) revelou que a sensação de insegurança têm aumentado sistematicamente. Já são 6 em cada dez uruguaios que apontam a insegurança como o principal problema da atualidade.

Em comparação com o ano passado, houve um aumento substancial do percentual de pessoas que afirmaram se sentir inseguros (passando de 43% em 2017, para 61% em 2018).

Uma das perguntas feitas a 814 uruguaios foi sobre o medo de serem atacados fisicamente por um desconhecido. Metade dos entrevistados respondeu que sim, sendo que 40% afirmaram já terem sentido medo em mais de uma ocasião e 9% afirmaram ter sentido apenas uma vez. O país tem uma população de cerca de 3,5 milhões de habitantes apenas.

Nas cidades do interior, o medo de ser agredido fisicamente é menor (44%), em comparação à capital Montevidéu (54%). No entanto, mesmo na capital, a sensação de insegurança varia, sendo maior na periferia (56%) do que na zona costeira e nos bairros com maior nível socioeconômico (48%).

Em relação ao gênero dos entrevistados, a insegurança também variou, sendo que 53% das mulheres afirmou ter medo de agressões físicas, contra 43% dos homens. Já em relação à idade, os idosos acima de 60 anos, diferente do que se costuma observar, afirmaram sentir menos medo (41%) de ataques físicos do que os jovens entre 17 e 29 anos (59%).

Problemas econômicos como desemprego e alto custo de vida aparecem muito atrás da questão da insegurança, com apenas 13%. Questões vinculadas à educação (10%) e à política e corrupção (8%), também aparecem como secundárias quando comparadas à insegurança.

De acordo com a Cifra, foram ouvidas, 814 pessoas, por telefone, entre os dias 16 de julho e 1º de agosto.

Edição: Maria Claudia

 

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