Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Marun relaciona falta de verba dos museus a déficit da Previdência - Jornal Brasil em Folhas
Marun relaciona falta de verba dos museus a déficit da Previdência


O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, relacionou o baixo orçamento destinado ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, consumido pelo fogo na noite de ontem (2), à necessidade de uma reforma da Previdência. Segundo ele, áreas como a manutenção de museus ficam prejudicadas quando o orçamento precisa lidar com o déficit previdenciário.

“Não existe possibilidade de termos um orçamento eficiente no Brasil enquanto tivermos uma responsabilidade fiscal e uma previdência cujo déficit tira dos cofres públicos R$ 1 bilhão por dia. Essa é a verdade. Podemos até fazer na Lei Orçamentária Anual mais algum investimento nessa área [de museus]. Isso vai ser discutido no Congresso, [mas] isso vai tirar recursos de algum outro local”, disse Marun, hoje (3), no Palácio do Planalto.

Marun disse ainda que outros museus têm problemas de verba e deveriam buscar “recursos próprios” para se manterem. “Museus têm que ter fonte de recursos próprios. O Brasil tem centenas de museus importantes e tenho convicção de que temos dificuldades de manutenção em muitos deles, principalmente naqueles que não têm uma sustentação própria”.

O ministro lembrou que o governo federal, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) havia repassado uma verba de R$ 21 milhões para reformar o museu. “O governo gestionou um patrocínio ao BNDES. Dia 6 de junho foi assinado o termo de patrocínio de R$ 21 milhões para revitalizar o museu. Nós vamos atuar no sentido de proteger e valorizar o que foi salvo. Mas é uma tragédia irreparável”. Segundo ele, essa verba poderá ser utilizada para reconstruir o prédio.

Marun criticou as manifestações de pesar e lamento em relação à perda de milhões de peças que ajudam a contar a história do Brasil e da civilização humana como um todo. Para ele, apareceram “viúvas chorando” o ocorrido, mas que “não amavam tanto assim” o museu. “Agora que aconteceu, tem muita viúva chorando”.

Para o ministro, o museu não era destacado na imprensa de forma que demonstrasse sua relevância. Informado que existem matérias desde 2004 sobre os perigos que o museu corria, ele rebateu, afirmando que não havia visto nada a respeito na televisão.

“Existe matéria de 2004, mas na televisão eu não vi ultimamente alguém destacando a história do museu, valorizando o museu para que ele se tornasse mais amado pela população. Está aparecendo muita viúva apaixonada, mas essas viúvas não amavam tanto assim o museu em referência”.

Edição: Davi Oliveira

 

Últimas Notícias

Jovens têm menos chance de contratação e mais de serem demitidos
Bolsa cai e dólar fecha em R$ 3,80
Araújo: dispensa de status especial na OMC nos coloca como país grande
Países sul-americanos devem sair de uma só vez da Unasul, diz ministro
Chanceler descarta emprego das Forças Armadas na Venezuela
Moçambique, Zimbábue e Malauí tentam identificar vítimas de ciclone
Nova Zelândia quer proibir, em abril, venda de armas do tipo militar
Conselho Europeu aceita prorrogar saída do Reino Unido para maio

MAIS NOTICIAS

 

Copom inicia reunião nesta terça para definir taxa básica de juros
 
 
Mercado reduz projeção de crescimento da economia de 2,28% para 2,01%
 
 
Atividade econômica tem queda de 0,41% em janeiro, diz BC
 
 
Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos
 
 
Governo do Rio anuncia rompimento da concessão do Maracanã
 
 
Conflitos e segurança poderão contar pontos na avaliação de escolas

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212