Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Peixarias de Brasília ficam lotadas na Sexta-feira Santa - Jornal Brasil em Folhas
Peixarias de Brasília ficam lotadas na Sexta-feira Santa


Distante de grandes rios e mares, os moradores do Distrito Federal (DF) enfrentam dificuldades de logística e preços altos para comprar peixes. Mesmo assim, o DF tem o dobro do consumo médio per capita de pescados, segundo o presidente da Associação Haja Peixe, Francisco Pereira Baia, que comanda o mercado de peixes da Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa). Cada morador brasiliense consome em média entre 16 e 17 quilos de pescado por ano.

“O peixe aqui chega caro porque o DF só produz 20% do que consome, então o pescado vem de outros estados como Bahia, São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. A logística para trazer peixe desses locais é cara, eles vêm resfriados ou congelados. Mas nós conseguimos oferecer tilápia, tambaqui e pintado vivos, que produzimos na associação”, conta Baia.

Apesar da dificuldade, ele garante que o preço do pescado não teve aumento na semana santa. O quilo da tilápia é vendido a R$ 13,90, o do tambaqui da amazônia a R$ 12,90 e o pintado a R$ 21,90. Entre os trazidos de outros estados, a pescada amarela, vendida a R$ 34,90 o quilo, está entre os que tem maior saída.

Aumento nas vendas

Com movimento de hoje (25), Baia espera que a semana santa termina com venda de 1,5 tonelada a mais do que o habitual. Normalmente, o mercado vende uma tonelada de pescados por semana. “Sexta até que temos um movimento bom, porque sempre tem uns retardatários que não compraram com antecedência”, conta.

Foi o caso da engenheira Helena Khalil, de 35 anos, que deixou para comprar hoje o camarão e a tilápia que fará para o tradicional almoço de sexta-feira santa. “Não comprei antes por causa da correria do dia a dia, mas também para estar fresquinho, não precisa congelar”, diz.

Helena enfrentou fila e levou mais de 20 minutos para conseguir ser atendida em uma peixaria tradicional de Brasília, a Peixaria Ueda, na Feira do Guará. Ela disse, no entanto, que já esperava pela confusão. “Para evitar esse movimento, eu teria que vir às 7h da manhã. Mas eu quis dormir mais um pouquinho e deixei pra vir mais tarde. Já sabia que estaria assim”, conta.

 

Últimas Notícias

Bolsonaro terá uma série de reuniões na próxima semana em Brasília
Com pênalti controverso, Brasil vence Uruguai por um a zero
Brasil está preparado para substituir médicos cubanos, afirma Temer
Chega a quatro número de vítimas das chuvas em Belo Horizonte
Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23
Massoterapeuta Dani Bumbum deixa prisão no Rio
Cervejas terão rótulos com os ingredientes usados na fabricação
Temporal causa mortes e estragos em BH; adolescente está desaparecida

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212