Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


20 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Peixarias de Brasília ficam lotadas na Sexta-feira Santa - Jornal Brasil em Folhas
Peixarias de Brasília ficam lotadas na Sexta-feira Santa


Distante de grandes rios e mares, os moradores do Distrito Federal (DF) enfrentam dificuldades de logística e preços altos para comprar peixes. Mesmo assim, o DF tem o dobro do consumo médio per capita de pescados, segundo o presidente da Associação Haja Peixe, Francisco Pereira Baia, que comanda o mercado de peixes da Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa). Cada morador brasiliense consome em média entre 16 e 17 quilos de pescado por ano.

“O peixe aqui chega caro porque o DF só produz 20% do que consome, então o pescado vem de outros estados como Bahia, São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. A logística para trazer peixe desses locais é cara, eles vêm resfriados ou congelados. Mas nós conseguimos oferecer tilápia, tambaqui e pintado vivos, que produzimos na associação”, conta Baia.

Apesar da dificuldade, ele garante que o preço do pescado não teve aumento na semana santa. O quilo da tilápia é vendido a R$ 13,90, o do tambaqui da amazônia a R$ 12,90 e o pintado a R$ 21,90. Entre os trazidos de outros estados, a pescada amarela, vendida a R$ 34,90 o quilo, está entre os que tem maior saída.

Aumento nas vendas

Com movimento de hoje (25), Baia espera que a semana santa termina com venda de 1,5 tonelada a mais do que o habitual. Normalmente, o mercado vende uma tonelada de pescados por semana. “Sexta até que temos um movimento bom, porque sempre tem uns retardatários que não compraram com antecedência”, conta.

Foi o caso da engenheira Helena Khalil, de 35 anos, que deixou para comprar hoje o camarão e a tilápia que fará para o tradicional almoço de sexta-feira santa. “Não comprei antes por causa da correria do dia a dia, mas também para estar fresquinho, não precisa congelar”, diz.

Helena enfrentou fila e levou mais de 20 minutos para conseguir ser atendida em uma peixaria tradicional de Brasília, a Peixaria Ueda, na Feira do Guará. Ela disse, no entanto, que já esperava pela confusão. “Para evitar esse movimento, eu teria que vir às 7h da manhã. Mas eu quis dormir mais um pouquinho e deixei pra vir mais tarde. Já sabia que estaria assim”, conta.

 

Últimas Notícias

Centro está preparado para lançamento de foguete após acidente
Cidades brasileiras integram programa de preservação de florestas
MP denuncia ex-marido de corretora assassinada no Rio
Bolsonaro segue estável e internado no Hospital Albert Einstein
Goiás entra para a elite dos Estados mais competitivos do País
Petrobras eleva gasolina em 2 centavos; diesel permanece inalterado
MME faz consulta sobre planejamento da transmissão de energia elétrica
Inadimplência do consumidor subiu 3,63% em agosto

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212