Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Alta do dólar faz BC elevar projeções para inflação - Jornal Brasil em Folhas
Alta do dólar faz BC elevar projeções para inflação


A estimativa de inflação para este ano subiu, segundo o Relatório de Inflação divulgado hoje (27) pelo Banco Central (BC), na internet. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,2%, em junho, para os atuais 4,4%. Essa é a projeção elaborada com base em perspectiva do mercado financeiro para a taxa de juros (6,5% ao ano) e para o dólar (R$ 4,15 no fim de 2018).

A estimativa ficou bem próxima do centro da meta de inflação, que é 4,5% este ano. Para 2019, o centro da meta é 4,25% e para 2020, 4%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2019, a projeção para o IPCA passou de 4,1% para 4,5%. A estimativa para 2020 passou de 4,1% para 4,2%. E para 2021, a projeção é 4,2%.

Segundo o BC, a elevação das projeções de inflação foi motivada pela alta do dólar. “O principal fator de elevação das projeções em relação ao Relatório de Inflação de junho foi a depreciação cambial ocorrida no terceiro trimestre de 2018, quando a taxa de câmbio passou de uma média de R$ 3,61 no segundo trimestre para valores na casa de R$ 4,15”, diz o BC.

De acordo com o BC, também contribui para a elevação das estimativas a alta de preços administrados, como energia elétrica e combustíveis. “Por outro lado, fatores importantes contribuem para mitigar os efeitos da depreciação cambial [alta do dólar] e trazer a inflação para trajetória de queda, como a ancoragem das expectativas de inflação, o alto nível de ociosidade dos fatores de produção, a trajetória mais lenta de recuperação da atividade econômica e a própria diminuição dos efeitos da depreciação cambial ao longo do tempo”, diz o BC, no relatório.
Outros cenários

O BC também elabora projeções com base em outros cenários. No caso de a Selic seguir as expectativas de mercado e o câmbio permanecer em R$ 4,15, o IPCA ficará em 4,4% neste ano e em 2019, depois recua para 3,8% em 2020 e para 3,7%, em 2021. No cenário com Selic constante em 6,5% e taxa de câmbio de mercado, a inflação vai ficar em 4,1%, neste ano e em 2019, cai para 4% em 2020 e sobe para 4,3%, em 2021.

As expectativas do mercado para o dólar usada nesses cenários foram: R$3,83 no final de 2018, R$3,75 no fim 2019, R$3,70 no final de 2020 e R$3,80 no encerramento de 2021. No caso da Selic, a estimativa para os finais dos períodos são: 6,5% em 2018; 8% em 2019; 8,13% em 2020 e 8% em 2021.

Edição: Talita Cavalcante

 

Últimas Notícias

Governadores do Nordeste fecham agenda única para levar a Bolsonaro
Marcha da Consciência Negra pede democracia, direitos e fim do racismo
Bolsonaro diz que vai seguir normas legais para indicação à PGR
Projeto que flexibiliza Lei da Ficha Limpa é arquivado do Senado
Conselho de Ética da Câmara arquiva representação contra Laerte Bessa
Reunião do Escola sem Partido é novamente suspensa em comissão mista
Eunício e equipe do futuro governo voltam a discutir cessão onerosa
Brasil encerra o ano com vitória sobre Camarões por 1 a 0

MAIS NOTICIAS

 

Grafiteira faz mural de 500 m2 no Rio para homenagear mulheres negras
 
 
Estados poderão decidir se darão aulas a distância no ensino médio
 
 
Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem
 
 
PF prende suspeitos de ligações com facções criminosas em sete estados
 
 
Bolsonaro confirma Mandetta para a Saúde
 
 
México habilita 26 empresas brasileiras para compra de carne de frango

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212