Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


21 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Alta do dólar faz BC elevar projeções para inflação - Jornal Brasil em Folhas
Alta do dólar faz BC elevar projeções para inflação


A estimativa de inflação para este ano subiu, segundo o Relatório de Inflação divulgado hoje (27) pelo Banco Central (BC), na internet. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,2%, em junho, para os atuais 4,4%. Essa é a projeção elaborada com base em perspectiva do mercado financeiro para a taxa de juros (6,5% ao ano) e para o dólar (R$ 4,15 no fim de 2018).

A estimativa ficou bem próxima do centro da meta de inflação, que é 4,5% este ano. Para 2019, o centro da meta é 4,25% e para 2020, 4%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2019, a projeção para o IPCA passou de 4,1% para 4,5%. A estimativa para 2020 passou de 4,1% para 4,2%. E para 2021, a projeção é 4,2%.

Segundo o BC, a elevação das projeções de inflação foi motivada pela alta do dólar. “O principal fator de elevação das projeções em relação ao Relatório de Inflação de junho foi a depreciação cambial ocorrida no terceiro trimestre de 2018, quando a taxa de câmbio passou de uma média de R$ 3,61 no segundo trimestre para valores na casa de R$ 4,15”, diz o BC.

De acordo com o BC, também contribui para a elevação das estimativas a alta de preços administrados, como energia elétrica e combustíveis. “Por outro lado, fatores importantes contribuem para mitigar os efeitos da depreciação cambial [alta do dólar] e trazer a inflação para trajetória de queda, como a ancoragem das expectativas de inflação, o alto nível de ociosidade dos fatores de produção, a trajetória mais lenta de recuperação da atividade econômica e a própria diminuição dos efeitos da depreciação cambial ao longo do tempo”, diz o BC, no relatório.
Outros cenários

O BC também elabora projeções com base em outros cenários. No caso de a Selic seguir as expectativas de mercado e o câmbio permanecer em R$ 4,15, o IPCA ficará em 4,4% neste ano e em 2019, depois recua para 3,8% em 2020 e para 3,7%, em 2021. No cenário com Selic constante em 6,5% e taxa de câmbio de mercado, a inflação vai ficar em 4,1%, neste ano e em 2019, cai para 4% em 2020 e sobe para 4,3%, em 2021.

As expectativas do mercado para o dólar usada nesses cenários foram: R$3,83 no final de 2018, R$3,75 no fim 2019, R$3,70 no final de 2020 e R$3,80 no encerramento de 2021. No caso da Selic, a estimativa para os finais dos períodos são: 6,5% em 2018; 8% em 2019; 8,13% em 2020 e 8% em 2021.

Edição: Talita Cavalcante

 

Últimas Notícias

Inep divulga resultado do Enem
Frédéric Lamotte é o novo diretor geral da CA Indosuez Wealth (Miami) e responsável Global da região das Américas
A ACIRLAG chega para impulsionar o setor econômico da região Leste de Aparecida
Inep divulga notas do Enem na sexta-feira
Bolsonaro sanciona Lei do Orçamento 2019 de mais de R$ 3,3 trilhões
Parlamento venezuelano aprova acordo para entrada de ajuda humanitária
Imigrantes hondurenhos sofrem com obstáculos para passagem de caravana
Militares vão atuar de forma mais intensa no Programa Mais Médicos

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212