Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Ganha força movimento argentino para remover homenagens a Kirchner - Jornal Brasil em Folhas
Ganha força movimento argentino para remover homenagens a Kirchner


Na Argentina, cresce o movimento para mudar o nome das ruas, dos edifícios e dos monumentos, batizados de Nestor Kirchner em homenagem ao ex-presidente, que morreu há oito anos. As reações ocorrem em meio às denúncias do escândalo dos “Cadernos da Corrupção”, que resultou na prisão de empresários, políticos e ex-funcionários do governo argentino.

A ex-presidente argentina e senadora Cristina Kirchner foi acusada de integrar uma associação ilícita para cobrar propinas em troca de contratos de obras públicas. Ela é alvo de um processo na Justiça. Mas como tem imunidade parlamentar está resguardada, por enquanto.

O escândalo na Argentina é comparado, por analistas, à Operação Lava Jato, do Brasil. O governo do Equador retirou um busto de Nestor Kirchner que estava num parque, no norte da capital, Quito. As autoridades municipais explicaram que a medida foi para “a preservação do espaço público”.

O Congresso do Equador também pediu ao presidente equatoriano, Lenin Moreno, que remova outra estátua de Kirchner do prédio da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), criada em 2008. Nestor Kirchner foi o primeiro secretário-geral do organismo regional, que agora está sendo questionado por vários países, entre eles o Brasil.
Polêmicas

Na Argentina, tramitam mais de 15 iniciativas para acabar com os vestígios da era kirchnerista da paisagem urbana. Nestor Kirchner governou quatro anos (2003-2007), antes de ajudar a eleger como sucessora Cristina Kirchner (2007-2015). A controvérsia começou em 2013, quando Cristina Krichner retirou a estátua de Cristóvão Colombo da praça atrás da Casa Rosada – o palácio presidencial.

A decisão gerou protestos da numerosa comunidade italiana, que há 90 anos tinha presenteado a escultura ao governo argentino. A estátua de Colombo foi transferida para a margem do Rio da Prata, próximo ao aeroporto de Buenos Aires, Jorge Newberry.

No lugar do monumento em homenagem ao descobridor das Américas, que, segundo a ex-presidente da República, representava o “imperialismo”, foi colocada uma escultura de Juana Azurduy (1780-1862) – uma guerreira indígena, nascida no que hoje é a Bolívia, que combateu os colonizadores espanhóis. Ela foi doada pelo presidente boliviano Evo Morales.

Solução

Porém, a estátua da guerreira indígena de Azurduy ficou pouco tempo no quintal da Casa Rosada. Assim que assumiu o governo, em 2015, o presidente Mauricio Macri, que é descendente de italianos, resolveu a disputa deixando a praça sem estátuas.

Azurduy foi colocada em frente ao Centro Cultural Kirchner, inaugurado por Cristina, no que era a antiga sede dos Correios argentinos. Foram apresentadas várias iniciativas para mudar o nome do prédio, conhecido como CCK, para Centro Cultural do Bicentenário.

Edição: Fernando Fraga

 

Últimas Notícias

Atos em Brasília marcam os 50 anos da Receita Federal
Temer pede que brasileiros reflitam sobre questão racial
Grafiteira faz mural de 500 m2 no Rio para homenagear mulheres negras
Dia da Consciência Negra é comemorado no Rio com homenagem a Zumbi
Estados poderão decidir se darão aulas a distância no ensino médio
Moro escolhe delegados da Lava Jato para PF e departamento do MJ
Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem
PF prende suspeitos de ligações com facções criminosas em sete estados

MAIS NOTICIAS

 

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
 
 
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
 
 
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
 
 
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
 
 
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
 
 
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212