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21 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Para Haddad, Bolsonaro humilhou beneficiários do Bolsa Família - Jornal Brasil em Folhas
Para Haddad, Bolsonaro humilhou beneficiários do Bolsa Família


O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), destacou hoje (11) que o seu adversário Jair Bolsonaro (PSL) sempre foi crítico do programa de transferência de renda Bolsa Família.

Se tem alguém que criticou o Bolsa Família e, de certa maneira, humilhou os seus beneficiários, ao longo dos últimos 10 anos, foi o meu adversário. Não é fake news, basta ver na internet as frases que ele pronuncia sobre nordestinos que recebem o Bolsa Família, disse Haddad, lembrando que seu adversário se referiu de forma muito agressiva aos beneficiários do programa.

A reação de Haddad foi uma resposta à afirmação de Bolsonaro que anunciou a pretensão de pagar o 13º salário para os beneficiários do programa.

CNBB

O presidenciável passou a manhã em Brasília onde teve reuniões na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em nota, dom Leonardo Steiner disse que a CNBB é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira e que é comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos. O candidato não veio pedir apoio e a CNBB não tem partido nem candidato.”

Brasil

Para a CNBB, é fundamental expor as preocupações da Igreja Católica no Brasil. “Da minha parte, abordei com o candidato assuntos que preocupam os bispos do Brasil: a não legalização do aborto, a proteção do meio ambiente, atenção especial à questão indígena e quilombola, a defesa da democracia e o combate rigoroso à corrupção. Também lembrei ao candidato o trabalho realizado pela CNBB durante a Campanha da Fraternidade deste ano que tratou, de forma profunda, da mobilização pela superação da violência, afirmou.

Debate

Haddad voltou a questionar a ausência de Bolsonaro nos debates, criticando o fato de ele conceder entrevistas, mas não participar de situações em que sejam colocados frente a frente. Em entrevista, o candidato do PSL afirmou que pretende participar de dois debates. Na próxima quarta-feira (18), ele será submetido a novos exames médicos.

Eu sou leigo no assunto [médico], mas me parece contraditório uma pessoa não poder debater, mas poder dar entrevista. Uma entrevista é um debate com o jornalista, qual a diferença entre um debate com jornalista e com um adversário?, afirmou Haddad, ressaltando que, da sua parte, trataria o candidato com deferência e respeito.

Pesquisa

Questionado sobre o resultado da pesquisa divulgada ontem (10) pelo Instituto Datafolha, que apontou Jair Bolsonaro com 58% dos votos válidos contra 42% de Haddad, o candidato do PT afirmou que pode reverter a vantagem do adversário no segundo turno. Em 30 dias, eu saí de 4% e estou com 42% dos votos válidos na pesquisa (...). Quem saiu de 4% para 42% tem chance de chegar a 50% ou mais com duas semanas de trabalho.

Haddad recebeu apoio do PSB e citou o empenho dos governadores Ricardo Coutinho (Paraíba) e Paulo Câmara (Pernambuco) em sua campanha. PDT e PSOL também declararam apoio formal no segundo turno.

Eu penso que as forças democráticas estão ganhando impulso nesse segundo turno. Chegamos na quinta[-feira] com rol de personalidades e de pessoas que percebem o risco que a democracia no Brasil está correndo, então é uma grata satisfação ter tido o apoio dos governadores Ricardo Coutinho, do Paulo Câmara, do Ciro Gomes, do Guilherme Boulos. São pessoas de referência na sociedade.

Edição: Lílian Beraldo

 

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