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18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Polícia Ambiental busca jiboia desaparecida em prédio de Brasília - Jornal Brasil em Folhas
Polícia Ambiental busca jiboia desaparecida em prédio de Brasília


A Polícia Ambiental do Distrito Federal busca há cinco dias uma cobra desaparecida em um prédio do bairro de Águas Claras, em Brasília. A serpente é uma jiboia arco-íris e apareceu no quarto de um adolescente de 16 anos enquanto ele estudava, no 23º andar do prédio.

Os policiais foram chamados na última quinta-feira (11) e desde então mantém uma equipe 24 horas de plantão no prédio para tentar capturar a cobra, que pertencia a um morador do 28º andar do prédio. O rapaz não tinha autorização legal para manter um animal silvestre em ambiente doméstico.

Segundo a polícia, a cobra se deslocou de um apartamento para outro por meio de dutos da estrutura hidráulica que tem saída no banheiro e pode ter fugido pelo mesmo local. Depois de analisar a estrutura hidráulica e elétrica do prédio, a polícia instalou armadilhas entre o 15º e o 26º andares para atrair a cobra. Para a polícia, o réptil ainda está na estrutura hidráulica ou nas paredes, que são de drywall (placas de gesso impermeáveis).

“A probabilidade de ela estar no prédio é quase 100%, e a gente recomenda, apesar de ser um animal dócil, não capturar, nem encurralar. Recomendamos que isole o local em que ela estiver, fecha a porta do quarto, ou da sala, e de imediato ligue para a gente”, disse o comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, major José Gabriel de Souza Júnior.

O major explicou que a serpente tem 1,5m de comprimento, pode viver até 30 anos, não é venenosa e mata por constricção (aperta e sufoca a vítima). Apesar de não ser venenosa, o major alerta que a mordida da jiboia também pode causar infecção séria devido à alta carga de bactérias. Ela era criada no apartamento há um ano e meio, alimentada por ratos congelados e convivia com dois cachorros na mesma residência e não há relato de nenhum ataque da cobra.

O rapaz que criava a cobra vai responder por crime ambiental previsto na Lei 9605, por manter em cativeiro ou depósito animal silvestre sem a devida permissão da autoridade competente. A penalidade criminal é de detenção de seis meses a um ano ou multa de R$ 500,00 a R$ 5 mil.

A polícia ambiental fez o termo circunstanciado de ocorrência do dono da serpente e acionou o Ministério Público, que pode chamar o rapaz para que ele justifique por que mantinha o animal sem licença e em desacordo com a lei. Ele pode ainda cumprir pena alternativa de prestação de serviços à comunidade.

A polícia teve que impedir que moradores agredissem o dono da cobra. E, caso a serpente apareça, a equipe da portaria do prédio recebeu material de contenção e foi treinada para contê-la até a chegada dos policiais. “Em uma eventualidade, eles podem conter a serpente e chamar nossa equipe, que vai lá para fazer o resgate da melhor forma possível. Sendo resgatada, a jiboia será enviada para o Cetas, que é o Centro de Triagem de Animais Silvestres”, informou Souza Júnior.

O comandante lembra que ocorreu outro caso inusitado como esse em Águas Claras, em 2012, quando uma cornsnake (cobra-do-milho) ficou desaparecida em um prédio por sete dias.

Edição: Nádia Franco

 

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