Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


20 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Setor empresarial elogia manutenção da taxa Selic em 6,5% ao ano - Jornal Brasil em Folhas
Setor empresarial elogia manutenção da taxa Selic em 6,5% ao ano


Entidades empresariais avaliaram como positiva a decisão do Banco Central (BC), nesta quarta-feira (31), de manter a taxa básica de juros em 6,5% ao ano.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a manutenção da taxa, pela quinta vez consecutiva, foi uma decisão acertada do Comitê de Política Monetária (Copom), diante do atual ambiente econômico – que combina inflação dentro da meta de 4,5% e fraca recuperação da atividade.

“Passadas as eleições, a melhora das expectativas poderia abrir caminho para uma nova queda dos juros para estimular o consumo e os investimentos e, consequentemente, a recuperação mais robusta da atividade econômica”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

O presidente da entidade destaca, no entanto, que a retomada da trajetória de queda dos juros depende das ações do governo eleito. “A política monetária será determinada, principalmente, pelas medidas econômicas, especialmente das reformas necessárias ao ajuste das contas públicas, como a da Previdência e a tributária”, diz Robson Andrade.

Na avaliação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), apesar do cenário eleitoral já estar definido, o BC não tem condições de avaliar com precisão quais são os ditames da futura equipe econômica e, por isso, a decisão de manter a taxa de juros no atual patamar foi correta.

Combinada com as expectativas de inflação (IPCA), a taxa de juros real deste ano pode fechar próxima ao patamar de 2% a 2,5%, relativamente baixa para padrões brasileiros, mas que não geram riscos à meta de inflação por enquanto, disse a FecomércioSP, em nota.

Para a entidade, talvez o Banco Central possa tomar uma decisão mais ousada na última reunião deste ano se houver mais clareza do que será feito na política econômica, pelo novo governo, e se os indicadores de inflação voltarem a ceder entre outubro e novembro para que as projeções para 2018 e 2019 fiquem mais perto de 4% do que de 4,5%.

Edição: Denise Griesinger

 

Últimas Notícias

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
Marcelo Piloto é extraditado do Paraguai para o Brasil
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

MAIS NOTICIAS

 

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
 
 
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
 
 
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
 
 
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
 
 
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
 
 
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212