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18 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Grupo de Lima recomenda restrições às negociações com regime de Maduro - Jornal Brasil em Folhas
Grupo de Lima recomenda restrições às negociações com regime de Maduro


Representantes do Grupo de Lima (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai e Peru), reunidos hoje (4), em Ottawa, no Canadá, divulgaram comunicado em que propõem a restrição de negócios e comércio com o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a comunidade internacional.

A declaração, no seu último parágrafo, faz o apelo. “[Os países] fazem um chamado aos membros da comunidade internacional para evitar que o regime Maduro realize transações financeiras e comerciais com o estrangeiro, que tenha acessoa aos ativos internacionais da Venezuela e que possa fazer negócios tanto em petróleo quanto em ouro e outros ativos.”
Novo integrante

A Venezuela sob comando de Guaidó passará a integrar o Grupo de Lima. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, usou sua conta pessoal no Twitter para comemorar a decisão.

“Grupo de Lima emite declaração apoiando o processo de transição democrática na Venezuela e contra ‘diálogos’ protelatórios. A Venezuela, com o Governo interino legítimo de Guaidó, passa a integrar o Grupo de Lima. Poderoso impulso rumo à redemocratização.”

Declaração

O texto, divulgado pelo Grupo de Lima, destaca a necessidade de realização de eleições imediatas na Venezuela, apoio à interinidade de Juan Guaidó e críticas às violações de direitos humanos e violência.

“[Os integrantes do Grupo de Lima] rejeitam os atos de violência e repressão de manifestações populares pelas forças de segurança que causaram inúmeras mortes, ferimentos e detenções.”

Ajuda humanitária

A declaração reitera ainda a preocupação com a crise humanitária que atinge a Venezuela e a necessidade de parceria entre as nações para minimizar os impactos causados. O Grupo de Lima se dispõe a prestar ajuda com doações à população venezuelana e ressalta a disposição de os integrantes do grupo de receberem o presidente interino conforme seu pedido.

“[Os países] reiteram sua profunda preocupação com a grave situação humanitária na Venezuela causada pelo regime de Maduro. Eles consideram imperativo garantir o acesso à ajuda humanitária para atender às necessidades urgentes dos venezuelanos.”

De acordo com o documento, o Grupo de Lima se dispõe a negociar com diálogo e de forma pacífica por meio do caminho político e diplomático. O comunicado conclama as Forças Armadas para que cooperem com a população ao permitir as doações internacionais.

Democracia

O texto repudia a atuação da Suprema Corte da Venezuela, o Tribunal Superior de Justiça, ligado ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que recentemente proibiu Guaidó de deixar o país e bloqueou seus bens. Também recomenda a busca da democracia por meios pacíficos.

“[Os membros do Grupo de Lima] fazem um chamado para o restabelecimento imediato da democracia na Venezuela pela realização de eleições livres e justas chamados pelas autoridades legítimas, de acordo com normas internacionais e o mais rapidamente possível. Estas eleições devem ser realizadas com garantias suficientes, com a participação de todos os líderes políticos e observadores internacionais, bem como a nomeação de um novo Conselho Nacional Eleitoral.”

Edição: Fábio Massalli

 

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