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11 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Etchegoyen defende cautela na segurança da posse de Bolsonaro - Jornal Brasil em Folhas
Etchegoyen defende cautela na segurança da posse de Bolsonaro


O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, afirmou hoje (3) que a segurança na posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro, deveria ser marcada por cautela. Questionado se recomendaria o desfile em carro aberto, o ministro disse que “a segurança sempre assessora, mas a decisão é do presidente [eleito]. Eu presidiria tudo por cautela”.

Etchegoyen lembrou o atentado sofrido por Bolsonaro no primeiro turno da campanha e afirmou que ele ainda é alvo de “agressões frequentes nas midias sociais”. O ministro defendeu que seja dada garantia a Bolsonaro e ao vice-presidente, general Hamilton Mourão, para as melhores condições de governo.

“Certamente, segurança do presidente eleito e da nova adminstração, exigirá cuidados mais tensos”, disse, em comparação ao aparato que tem hoje o presidente Michel Temer.

Conforme adiantou a Agência Brasil no mês passado, a vontade de Bolsonaro é desfilar no Rolls Royce no dia da posse para estar mais perto do povo, mas, por questões de segurança, ele tem sido desencorajado. A decisão caberá ao próprio Bolsonaro e poderá ser tomada até o dia da posse. Além da questão de segurança, a condição climática no dia também pode atrapalar o desfile em carro aberto.
Comemoração

O ministro Sérgio Etchegoyen participou hoje, no Palácio do Planalto, da solenidade em comemoração aos 80 anos do GSI. Durante acerimônia, o presidente Michel Temer destacou a atução do militar no governo. Disse que, neste período, Etchegoyen não lhe passava apenas informações de segurança nacional e inteligência, mas opinava em outras áreas, por ser um intelectual.

Ao lembrar momentos marcantes no governo Temer, o ministro destacou a a crise humanitária em Roraima que, segundo ele, não foi pequena, por causa da vinda de refugiados Venezuelanos para o Brasil e devido à greve dos caminhoneiros, avaliada como o momento mais tenso. Sobre o último episódio o general disse que nunca pensou que não haveria uma saída. “Nunca achei que estava perdido, havia quem achasse, mas eu nunca achei”, garantiu aos jornalistas.

Edição: Maria Claudia

 

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