Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


24 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Panamá Papers: Quase um terço das firmas offshore teve origem na China - Jornal Brasil em Folhas
Panamá Papers: Quase um terço das firmas offshore teve origem na China


Quase um terço das firmas offshore expostas pelo caso Panamá Papers teve origem em Hong Kong e na China, segundo dados novos revelados hoje (7) pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ, sigla em inglês).

Os escritórios na China da Mossack Fonseca, empresa suspeita de envolvimento em esquemas de evasão fiscal, criaram 16,3 mil empresas de fachada ou 29% do conjunto mundial.

A investigação da ICIJ abrangeu 11,5 milhões de documentos ligados a quase quatro décadas de atividade da Mossack Fonseca, que conta com uma carteira de clientes prestigiados, entre os quais responsáveis políticos ou personalidades do esporte ou da cultura.

De acordo com o ICIJ, pelo menos oito atuais ou antigos membros do Comitê Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês, a cúpula do poder na China, terão colocado seus bens em empresas offshore.

No Índex de Transparência de 2015, que avalia o nível da corrupção em 168 países, a China figura em 83º lugar.

No ano passado, o país asiático registrou uma massiva fuga de capitais privados, apesar das restrições cambiais impostas por Pequim. A economia chinesa registrou no mesmo período o menor crescimento dos últimos 25 anos.

Entre os familiares ou pessoas próximas de altos responsáveis chineses envolvidos está Deng Jiagui, o marido da irmã mais velha do atual Presidente Xi Jinping.

Após ascender ao poder, em 2012, Xi lançou uma midiática campanha anticorrupção, enquanto reprimiu ativistas e dissidentes que exigiam maior escrutínio sobre os titulares de cargos públicos.

Familiares de Zhao Gaoli e Liu Yunshan, atuais membros do Politburo do PCC, criaram também empresas de fachada, revelou o ICIJ.

O jornal britânico The Guardian, que fez parte da investigação, implicou ainda familiares do ex-primeiro-ministro chinês Li Peng, que integrou a sangrenta repressão do movimento pró-democracia da Praça Tiananmen, em 1989.

Entre os nomes chineses envolvidos, consta ainda Chen Dongsheng, o marido de uma das netas de Mao Zedong, o fundador da República Popular da China. Chen foi dono da Keen Best International Limited, uma firma com sede nas Ilhas Virgens Britânicas.

A criação de empresas offshore não é ilegal, apesar de visar frequentemente a lavagem de dinheiro ou a evasão fiscal.

 

Últimas Notícias

Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74
Forte terremoto de magnitude 6,7 atinge o Chile
Mais de 150 imigrantes se afogam no Mar Mediterrâneo
Brasil e Europa vão ser interligados por novo cabo submarino
Acordo para mudar nome da Macedônia gera protestos em Atenas
Ghosn está disposto a aceitar qualquer condição para obter fiança
Bombeiros buscam pessoa desaparecida depois de tromba dágua no Rio
Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212