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19 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Em um dia histórico o Brasil começa a se livrar do PT - Jornal Brasil em Folhas
Em um dia histórico o Brasil começa a se livrar do PT


Em uma votação histórica, acompanhada ao vivo em todo o país e boa parte do mundo, o plenário da Câmara dos Deputados, por 367 votos favoráveis e apenas 146 contrários (contando abstenções e ausências), decidiu dar uma nova chance ao Brasil. Apesar das tentativas desesperadas do governo de comprar votos e consciências, do terrorismo imposto pela militância petista e seus asseclas, a grande maioria dos deputados votou a favor do Brasil. “Não existe exército que resista à força de uma ideia que encontra seu tempo", afirmou o líder do Democratas na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM), citando Victor Hugo.
“Para o Democratas, que sempre combateu os desmandos do PT, o 17 de abril será sempre uma data a ser rememorada”, destaca o líder do partido na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM). “O DEM foi o partido que, desde o primeiro momento, se colocou como forte opositor do jeito petista de governar”, acrescentou. “Quando muitos se furtaram de fazer oposição, o Democratas carregou a bandeira dos muitos que desaprovavam os desmandos e desvios que o PT mostrava desde o início de sua gestão”, lembrou.
O primeiro deputado Democrata a votar foi o roraimense Abel Mesquista Jr. “Roraima, verás que um filho teu não foge a luta”, declamou, votando sim. Depois, o deputado gaúcho Onyx Lorenzoni, citando trecho do hino rio-grandense, afirmou: “Sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Onyx lembrou também que o processo de impeachment está legitimado pela Constituição.
Na sequência, foi a vez do paraense Hélio Leite. “Em respeito a minha família, meus amigos e minha amada Castanhal, eu voto sim”, declarou Hélio. O deputado Mandetta, disse que votada em nome do Mato Grosso do Sul e do Brasil. Já o deputado Marcos Rogério (RO), votou sim “contra a corrupção estrutural e sistêmica desse governo”. Alberto Fraga (DF) votou sim dizendo que “342 eu tivesse 342 votos eu daria para salvar o país dessa corrupção”.
A Professora Dorinha (TO) disse que votava sim “pela democracia, com tranquilidade e com consciência plena”. O deputado Alexandre Leite (SP) ironizou a presidente ao dizer “tchau, querida”, quando votou sim pelo impeachment. “Contra a corrupção deste país e pelo futuro das minhas filhas, voto sim”, assegurou Eli Correa Filho (SP). “Por Itu, por São Paulo e pelo Brasil voto sim", disse o Missionário José Olímpio, ao votar sim. Rodrigo Garcia (SP) citou seu suplente, Marcelo Aguiar (SP) e disse que votava pelo futuro de suas filhas e do Brasil.
O deputado Juscelino Filho votou por sua família e por seu “querido estado do Maranhão”. Moroni Torgan (CE) mencionou o estado democrático de direito e a constituição ao declarar seu voto favorável ao impeachment. Francisco Floriano (RJ) disse que “chega o momento de se valer da Constituição e ouvir as vozes das ruas, por isso voto sim". Marcos Soares (RJ), disse que o PT sempre tentou destruir a família brasileira. O deputado Rodrigo Maia, também do Rio de Janeiro, disse que o PT sempre rasgou a constituição e por isso seu voto era sim. Sóstenes Cavalcante (RJ) votou pelos evangélicos e pelos movimentos de rua.
Felipe Maia (RN) votou sim “por aqueles que defendem a lei e a constituição”. Carlos Melles (MG) votou a favor da família, do agricultor e também pela constituição. Misael Varela, também de Minas, disse que votou sim pela “transparência, contra a corrupção e pelo resgate de novas esperanças”.
O baiano Cláudio Cajado disse que “estamos indo rumo ao futuro de encontro a um melhor destino”. Já o deputado Elmar Nascimento votou sim “para livrar o Brasil dessa organização criminosa que governa o país”. José Carlos Aleluia lembrou a luta histórica do Democratas na oposição ao PT. Paulo Azi disse que votava em respeito aos seus eleitores.
O deputado Efraim Filho (PB) votou sim com a coerência de quem sempre fez oposição ao PT e aos seus crimes. Por fim, o deputado Mendonça Filho (PE), coordenador do Comitê Pró-impeachment, disse que o processo foi admitido na Câmara seguindo os preceitos constitucionais.

 

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