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18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Agehab assina convênio e prepara entidades quilombolas para cadastramento habitacional - Jornal Brasil em Folhas
Agehab assina convênio e prepara entidades quilombolas para cadastramento habitacional


Entidades representantes das Comunidades Quilombolas Moinho (Alto Paraíso), Flores Velha (Flores de Goiás), Rufino Francisco (Niquelândia) e Kalunga (Cavalcante, Monte Alegre e Teresina) foram capacitadas na tarde desta quarta-feira (20/04) para cadastramento em habitação de interesse social. O treinamento foi realizado pela equipe da Agência Goiana de Habitação (Agehab). Na ocasião, o presidente da Agehab, Luiz Stival, a secretária Cidadã, Lêda Borges, e o superintendente em Habitação da Caixa, Cleomar Dutra, assinaram o convênio com as entidades.
O prazo para os cadastradores entregarem os documentos das famílias que serão atendidas de forma emergencial com o Cheque Mais Moradia Reforma termina no dia 2 de maio. A entrega dos Cheques deve acontecer ainda no próximo mês. “Estamos atendendo à determinação do governador Marconi Perillo, que pediu agilidade no atendimento às comunidades tradicionais”, explica Luiz Stival. Serão beneficiadas de forma emergencial 610 famílias, sendo 300 Cheques para Reforma, que serão liberados no primeiro momento, e posteriormente 310 para construção.
A Secretaria Cidadã é intermediadora de ações com várias secretarias e órgãos para atendimento às comunidades tradicionais nas mais diversas áreas. Segundo Lêda Borges, o programa deve ser ampliado para atendimento habitacional de 3 mil famílias de origem, a maioria quilombolas e algumas ciganas também.
O presidente da Associação Quilombo Kalunga, Vilmar Souza Costa, diz que o convênio é muito importante para as comunidades, pois elas vivem em estado de carência extrema. Ele representa 20 comunidades nos municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina, que vivem em uma área que abrange 256 mil hectares. Segundo ele, a maior comunidade está no Vão do Moleque, com 400 famílias. Vilmar conta que apesar da representatividade numérica, ainda não chegaram para eles necessidades básicas como energia elétrica.
Os pais do presidente da Associação estão entre as vítimas da enchente que atingiu o Rio Prata, em fevereiro. Hoje, eles vivem nas casas de vizinhos. O presidente da Agehab lembra ainda que a senadora Lúcia Vânia conseguiu o atendimento emergencial de 27 moradias arrasadas pela enchente, por meio de emenda parlamentar.

 

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