Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Em homenagem ao Dia do Índio, Brasília recebe exposição Armadilhas Indígenas - Jornal Brasil em Folhas
Em homenagem ao Dia do Índio, Brasília recebe exposição Armadilhas Indígenas


O Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, recebe a partir de hoje (19) mostra que reúne trabalhos de artistas indígenas e não indígenas. São aproximadamente 150 peças, entre instalações, esculturas, vídeos, pinturas, desenhos, objetos, documentos e recortes de jornais.

Bené Fonteles, artista plástico e curador da exposição, afirma que a mostra reconta a história do próprio Memorial que, na década de 1980, quase foi transformado no Museu de Arte Moderna da capital.

“Fiz uma provocação, pois foi uma luta que tivemos para devolver o Memorial aos indígenas. Convidei artistas e eles fizeram obras com o acervo do museu e ficou muito interessante. Trouxemos a arte do índio também, adornos, tacapes, e não só artesanato. Tem objetos indígenas que são de uso em rituais, outros cotidianos”, conta Fonteles.

A mostra reúne obras de artistas como Ailton Krenak, André Vallias, André Santângelo, Ernesto Neto, Elyezer Szturm, Daiara Tukano, Flávia Carvalhinho, Glênio Lima, Luiz Gallina, Marcos Bentes e Rômulo Andrade; além de vídeos realizados nas aldeias.

Glênio Lima, um dos artistas convidados, conta como fez a instalação Canoa Quebrada, que está exposta na mostra. “Foi uma canoa velha, indígena, que encontrei no Rio Araguaia e cortei em quatro pedaços. Estão pendurados em cabos de aço e em níveis diferentes, como se estivesse flutuando”, conta.

Para Bené Fonteles, parte da sociedade brasileira quer tornar os indígenas invisíveis. Por esse motivo, ele ressalta a importância de se valorizar a arte feita por aqueles que são os guardiões das florestas e que influenciaram significativa a cultura brasileira.

“A arte indígena é do mais alto nível em qualidade estética e tem uma influência enorme na nossa cultura. É impressionante a influência indígena na arte brasileira, na música, nos costumes, no linguajar. Essa história a gente precisa reconhecer e não exterminar”, afirma Fonteles.

A abertura da exposição será às 20h e haverá apresentação do grupo aborígine australiano “Descendance”. Os aborígenes australianos descendem de emigrantes africanos que povoaram a Ásia e há 60 mil anos cruzaram o mar, utilizando canoas e embarcações toscas.

A mostra é gratuita e fica aberta ao público até 30 de junho, de terça a sexta, das 9h às 17h. O Memorial dos Povos Indígenas fica no centro de Brasília, no Eixo Monumental, na Praça do Buriti.

 

Últimas Notícias

John Forman recusa cargo no Conselho de Administração da Petrobras
Em visita oficial, Macri é recebido no Planalto por Bolsonaro
Mercado financeiro prevê inflação em 4,02% neste ano
Consultas de CPFs para vendas a prazo no comércio crescem 2,8%
Produção de bicicletas aumenta 15,9% no Brasil
Receita abre consulta a restituição do Imposto de Renda de 2008 a 2018
Ex-comandante da Marinha é indicado para o conselho da Petrobras
Inflação para idosos fecha 2018 em 4,75%, informa FGV

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212