Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Professor acusado de vazar questões do Enem em Fortaleza é inocentado - Jornal Brasil em Folhas
Professor acusado de vazar questões do Enem em Fortaleza é inocentado


O professor de Física Jahilton José Motta, acusado de vazar questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011, foi declarado inocente após recorrer da sentença que o condenou, em 2013, por fraude em certame público e estelionato. A absolvição foi decidida ontem (19) pela Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, sediado no Recife.

Motta foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter divulgado 14 questões do Enem de 2011 para os alunos do Colégio Christus, uma escola privada de Fortaleza, cerca de uma semana antes da aplicação das provas. Segundo a denúncia, o professor teve acesso às questões por conta de a escola ter participado, em 2010, de um pré-teste do exame organizado pela Cesgranrio.

O vazamento foi descoberto após um aluno da escola publicar fotos de apostilas contendo as questões. Na época, o MPF pediu a anulação das questões para todos os candidatos do Enem, mas a Justiça Federal decidiu anular os itens apenas nas provas dos alunos do Colégio Christus.

Em 2013, Motta foi condenado a seis anos de prisão e multa, mas recorreu da sentença em liberdade. A defesa alegou que o professor não tinha consciência de que as questões tinham origem ilícita, uma vez que a escola possuía um banco de questões com características semelhantes às do Enem.

O advogado Cândido Albuquerque, responsável pela defesa do professor, disse que não houve controle sobre as provas do pré-teste. “Houve alunos que deixaram as provas sobre as mesas ou as levaram para casa. O professor achou que o conteúdo fosse público”.

O representante da Cesgranrio no pré-teste também denunciado pelo MPF, porque a “ausência de cuidado necessário” na aplicação das provas teria contribuído para o vazamento das questões, segundo o MPF. A denúncia foi rejeitada.

O advogado do professor também questionou os crimes atribuídos a Mota. Segundo a defesa, o crime de fraude em certame público não se aplicaria porque a tipificação só foi incluída no Código Penal em dezembro de 2011, depois do fato. Já o crime de estelionato não se aplicaria ano caso porque a divulgação das questões não visaria vantagem material.

O Colégio Christus não comenta o assunto porque a ação judicial se referia ao professor, individualmente, e não à instituição.

 

Últimas Notícias

Submarino argentino é encontrado um ano e um dia após desaparecimento
Parlamento cubano rejeita resolução da Eurocâmara sobre direitos human
Incêndio da Califórnia registra 74 mortos e mais de mil desaparecidos
Livro mistura suspense e fantasia em reflexão sobre violência no país
EBC e Fundação Getulio Vargas firmam acordo para revitalizar acervo
Trabalho de escoramento em viaduto paulistano prossegue neste sábado
Belo Horizonte tem previsão de mais chuva; temporais já mataram quatro
Prefeito de Mariana diz que não desistirá de ação no Reino Unido

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212