JP Morgan eleva recomendação de ação estagnada desde “Friboigate”

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SÃO PAULO – A equipe de análise do JP Morgan elevou a recomendação para as ações do Banco do Brasil (BBAS3) de neutra para compra e aumentou o preço-alvo de R$ 37 para R$ 40 ao fim de 2018. O valor está 15,1% acima do fechamento de quarta-feira (20).

A atualização reflete o baixo desempenho do ativo desde o sell-off em maio de 2017 e a atualização da estratégia do JP Morgan para o Brasil, além da melhoria geral dos dados econômicos acima do esperado, conforme visto nos índices de atividade econômica.

Também colaboraram para essa visão mais otimista sobre os papéis a melhoria contínua de novos empréstimos para pessoas físicas, a estabilização do ICVA (Índice Cielo e Varejo Ampliado) e a menor inflação.

“Notavelmente, acreditamos que o Banco do Brasil funciona bem com a visão construtiva do JP Morgan sobre o Brasil. O Banco do Brasil está negociando em 7,8x 2018EP/E, com um desconto implícito de 33% para a média do Itaú e do Bradesco”, afirma o time de analistas do JP Morgan.

Os analistas destacam que a ação do Banco do Brasil tem mostrado performance inferior aos seus pares desde 16 de maio, quando foi divulgada a conversa do presidente Michel Temer com o dono da JBS, Joesley Batista.

“As ações estão estagnadas desde 16 de maio, evento pré-político, contra a alta de 8% do Itaú, 13% do Bradesco e 11% do Ibovespa”, explicam os analistas, que acreditam a maior alavancagem do banco o deixa mais exposto à melhor qualidade esperada para o crédito daqui em diante.

Dado o baixo desempenho das ações do Banco do Brasil no período recente, o JP Morgan avalia que o ativo pode ser uma boa e descontada opção de investimento e, agora, passa a figurar na lista de favoritos no Brasil, junto com B3 (BVMF3), Itaúsa (ITSA4) e IRB (IRBR3). – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 38373

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