Governo anuncia acordo para preservar incentivo à informática

O líder do Governo, Ricardo Barros (PP-PR), anunciou há pouco no Plenário acordo para preservar os incentivos à informática. Com isso, o governo apoia a aprovação de dois destaques para modificar o texto da PEC Emergencial no segundo turno: um que permite a promoção e progressão a todos os servidores públicos, mesmo em momentos de crise fiscal, e outro para os incentivos Lei de Informática.

Ricardo Barros esclareceu que a Lei de Informática será preservada integralmente no Plano de Redução de Incentivos Fiscais. Como a Zona Franca de Manaus ficou preservada no texto da PEC Emergencial, e o incentivo fiscal tem status constitucional, nos comprometemos a fazer nova emenda constitucional que trará incentivos à informática no mesmo nível hierárquico da Zona Franca de Manaus.

O líder do governo ponderou que o acordo proporciona segurança jurídica para o setor de informática e assegura sua competitividade. Somos o segundo maior produtor de smartphones e computadores depois da China, destacou.

O primeiro-vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou que o acordo para preservar os incentivos à informática tem o apoio da Bancada do Amazonas. Nós seríamos beneficiados por que a Zona Franca de Manaus atrairia investimentos, com perdas para Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais e outros estados, observou. Mas firmamos um pacto de equilíbrio das duas leis, da Zona Franca e de Informática, porque é importante para o País.

O Plenário da Câmara dos Deputados analisa, em segundo turno, a PEC Emergencial (PEC 186/19). A proposta permite o pagamento de auxílio emergencial em 2021 com R$ 44 bilhões por fora do teto de gastos. Também impõe mais rigidez na aplicação de medidas de contenção de gastos. O texto-base foi aprovado ontem em primeiro turno. – Câmara dos Deputados – YWD 988775

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