Aparecida de Goiânia retorna ao cenário amarelo nesta segunda

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Mudança foi anunciada pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19, com base em análise técnica do quadro epidemiológico do município, que aponta redução dos casos ativos da doença e menor demanda por leitos de UTI e enfermarias

O Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19 definiu, durante reunião nesta terça-feira, 06, o retorno do município ao cenário amarelo (risco moderado). A Portaria 040/2021 foi publicada nesta sexta-feira, 09, no Diário Oficial Eletrônico (DOE) e começa a valer a partir de segunda-feira, 12.

No cenário amarelo, a cidade segue com o isolamento social intermitente por escalonamento regional onde as macrozonas – a cidade foi dividida em 10-, passam a fechar apenas uma vez de segunda à sexta-feira, podendo abrir apenas serviços essenciais dispostos na portaria. Neste cenário todas as macrozonas podem abrir aos sábados, devendo ficar fechadas aos domingos, com exceção dos essenciais.

A decisão foi tomada a partir de nova avaliação do cenário epidemiológico do município, após 21 dias da suspensão das atividades econômicas não-essenciais iniciada em 15 de março. De acordo com os dados técnicos apresentados pelo secretário de Saúde de Aparecida e coordenador do Comitê, Alessandro Magalhães, a mudança do cenário foi possível em razão do aumento do número de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e enfermarias na rede de saúde, com a continuidade da testagem em massa, medidas de sanitárias implantadas no município, além da redução do número de casos ativos nesse período de 21 dias, apresentando queda no coeficiente de prevalência da doença.

“Analisando de fevereiro até o final de março, a cidade teve um alto de número de casos. E agora, no início de abril, notamos uma desaceleração apontada nos dados do boletim epidemiológico diário. Tais como taxa de letalidade, solicitações de vagas por UTI e enfermaria, a diminuição na pressão por atendimento nas unidades de saúde e na procura pelo teste também. Os gráficos nos indicaram que a curva dessa segunda onda está decrescente no município”, avaliou o secretário municipal de Saúde, Alessandro Magalhães.

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