Deputados aplaudem projeto federal sobre motorização elétrica no meio rural

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Os deputados Paulo Trabalho (PSL) e Álvaro Guimarães (DEM) avaliam positivamente a iniciativa do deputado federal Marcelo Brum (PSL-RS), autor do projeto nº 2427/20, que propõe instituir uma política para estimular o uso da propulsão elétrica em máquinas agrícolas, como tratores, implementos, motocultivadores e motobombas. A proposta tramita na Câmara dos Deputados.
Conforme o texto da matéria, a Política Nacional de Incentivo à Motorização Elétrica Agrícola será adotada em todas as cadeias produtivas agropecuárias, envolvendo desde a pesquisa até a fabricação de equipamentos. O poder público federal elaborará um plano de ações e metas para a consecução dos objetivos da política de estímulo.
Paulo Trabalho entende que o meio rural deve aproveitar o desenvolvimento da motorização elétrica no mundo – como os veículos elétricos – para investir em novas tecnologias que tornem o processo produtivo mais eficiente e menos poluente. “Do mesmo modo que tem avançado a eletrificação no setor automobilístico urbano, entendo que o setor rural deverá brevemente adotar o uso da motorização elétrica, substituindo boa parte dos motores a diesel”, frisa o parlamentar.
Álvaro Guimarães ressalta que, entre as vantagens relacionadas ao uso de máquinas com motorização elétrica, estão custos menores de operação e manutenção e novas possibilidades de uso de equipamentos associados que dispensam o uso de correias, tomadas de força e outras engrenagens. “Além da importância de incentivar o desenvolvimento dessas tecnologias no Brasil, nos parece oportuno aproveitar as possibilidades de autogeração de eletricidade nas propriedades rurais por meio do aproveitamento das potencialidades de energia eólica, solar e hidráulica e também de biomassa e biogás, para o carregamento das baterias que propulsionam tratores, caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas.”Aprovada na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, a proposição será analisada em caráter conclusivo, também, pela Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania. Relator do projeto, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), recomendou a sua aprovação.

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