Alysson Lima questiona propositura que trata de subvenção econômica em favor de empresas estatais

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Primeiro deputado a discursar durante a Ordem do Dia da sessão extraordinária que acontece na tarde desta terça-feira, 20, o deputado Alysson Lima (Solidariedade) declarou seu voto contrário ao projeto de lei nº 6300/21. A propositura autoriza o Executivo a conceder subvenção econômica em favor da Agência Goiana de Habitação S/A (Agehab), da Indústria Química do Estado de Goiás S/A (Iquego), da Metrobus Transporte Coletivo S/A e da Goiás Telecom, até o montante de R$ 410.067.000,00. A matéria está em segunda fase de votação.
Para o parlamentar, uma das maiores atribuições da Alego, durante a pandemia de covid-19, está sendo estender o braço social para alcançar as pessoas em relação aos problemas enfrentados em consequência da atual situação. “Estamos presenciando o aumento da informalidade e do desemprego”, disse. Em seguida, Alysson ressaltou que, nessa perspectiva, praticamente todas as famílias foram afetadas economicamente durante a pandemia.
“Eu tenho consciência de que isso não é um fenômeno somente aqui de Goiás. É uma questão mundial e a nossa preocupação deve ser neste sentido”. E continuou: “Por isso sou a favor de todas as matérias que estão em tramitação, com exceção exatamente dessa que trata de subvenção econômica a empresas que estão em vias de serem privatizadas”, afirmou o deputado.
No entendimento do parlamentar, se essas empresas estão prestes a serem privatizadas, para poder atender, inclusive, critérios do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), não há necessidade de colocar dinheiro nelas. “É uma ironia, pois os programas sociais não alcançam essa dimensão. Eles não alcançam essa cifra de quase 500 milhões de reais. Como que o Governo vai colocar tanto dinheiro em empresas que vão ser privatizadas e não oferece o mesmo olhar para o social?”, questionou.

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