Lêda pleiteia que capim colonhão seja declarado patrimônio cultural e imaterial de Goiás

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A deputada Lêda Borges (PSDB) protocolou na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) um projeto de lei que vista garantir o reconhecimento do capim colonhão como patrimônio cultural e imaterial de Goiás.

A matéria, protocolada com n° 6859/21, considera a planta forrageira, também chamada capim colonião, abundante no cerrado, como instrumento de transformação na vida de jovens e mulheres de comunidades rurais localizadas no Entorno do Distrito Federal.

“Ressalta-se a importância do presente projeto, tendo vista que o capim colonhão, além de ser uma planta em abundância no cerrado, também atua como fonte de renda para muitas goianas e goianos”, argumenta a autora da proposta.

Dentre os inúmeros exemplos que podem ser encontrados na região, a deputada destaca o trabalho do artesão João Gomes da Silva, popularmente chamado de Juão de Fibra. “É conhecido internacionalmente e aprendeu o ofício quando ainda era adolescente. Desenvolveu centenas de tramas com o capim, que pode virar bijuteria ou artigos de decoração”. Segundo a parlamentar, as peças podem durar até 20 anos e são vendidas a preços que variam de 10 a 500 reais.

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