Série “Isso é Goiás”, nas redes sociais do Parlamento goiano, apresenta a cidade de Silvânia, polo educacional

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Fundada em 1857, a cidade de Silvânia está localizada a 85 km da Capital. De acordo com o site da Prefeitura, Silvânia teve início por volta do ano de 1774, com a descoberta de lavras de ouro na região. Isso atraiu pessoas de diversas regiões, inclusive da Bahia, que trouxeram com elas uma imagem de Nosso Senhor do Bonfim, que deu nome ao arraial que ali surgiu. Porém, somente no ano de 1833, o arraial recebeu o título de vila. E só depois, a vila obteve o foro de cidade em 5 de outubro de 1857.

O nome Bonfim foi alterado para Silvânia em 1943, em homenagem a família de Vicente Miguel da Silva que ocupava cargos de grande prestígio na cidade. Do município de Silvânia, foram desmembradas as cidades de Vianópolis, Leopoldo de Bulhões, São Miguel do Passa Quatro e Gameleira de Goiás. A economia da cidade é baseada em pecuária, agricultura e produção de cerâmica, como tijolos, por exemplo, que são vendidos principalmente em Brasília. A organização rural também é destaque nacional. Outra curiosidade é que Silvânia foi centro educacional de Goiás.

O poeta Leo Lynce trabalhou na cidade, e Ursulino Leão e Afonso Félix de Sousa estudaram no Ginásio Anchieta. Aldair Aires viveu seus últimos anos de vida no município. Escritores como Antonio Americano do Brasil, Salomão Sousa, Antonio da Costa Neto, André de Leones, Hilda Magalhães, Edmar Camilo Cotrim, Inácio José de Paula e Cavalin, Leonice José Correa de Siqueira Jacob dos Santos, entre outros, são conterrâneos de Silvânia.

Em 2018, foi criada a Academia de Literatura, Artes e História de Silvânia (ALAHS), sendo eleita a historiadora Cida Sanches como primeira presidente. A cidade, que está localizada na chamada Região da Estrada de Ferro, continua sendo um importante polo comercial e educacional.

E quem pensa que o município não tem atrativos turísticos está enganado. Silvânia tem a Igreja do Senhor do Bonfim, fundada há mais de 200 anos. Além das regiões marcadas pela exploração do ouro, como crateras originadas de tal atividade. E, ainda, a Igreja de São Sebastião, que fica no bairro que leva o mesmo nome. Tem também o Cristo, na chegada da cidade, e ao lado, a estação do trem de ferro Cuturama.

E para ficar por dentro da história dos municípios do estado, acompanhe as redes sociais da Alego. Todos os domingos uma cidade é apresentada na série “Isso é Goiás”, por meio de publicações no Instagram, Facebook e Twitter da Assembleia Legislativa.

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