Sérgio Bravo toma posse como deputado estadual por Goiás nesta 4ª-feira. Ele assume pelo Pros no lugar de Vinícius Cirqueira

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Em cumprimento ao ofício encaminhado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), a Assembleia Legislativa de Goiás convocou o até então primeiro suplente de deputado, Sérgio Bravo (Pros), para posse em uma cadeira dessa Casa de Leis, em solenidade ocorrida na tarde desta quarta-feira, 29. A posse foi conduzida pelo presidente da Alego, Lissauer Vieira (PSB), tendo o primeiro secretário da Mesa Diretora, Álvaro Guimarães (DEM), se encarregado da leitura do termo de posse.

Ao tomar posse no plenário Getulino Artiaga do Legislativo goiano, Sérgio Bravo prestou seu compromisso legal para o cargo e, na sequência, subiu à tribuna, onde discursou. “Entro aqui para cumprir o mandato até 31 de janeiro de 2023, com o compromisso de lutar pelo bem-estar e qualidade de vida do povo goiano. Garanto que não irei decepcionar. Entro aqui para honrar os mais de 17 mil votos que tive. Agradeço a Deus, em primeiro lugar, e reforço que estou aqui pautado pelo compromisso com Goiás”.

Estiveram no Parlamento para acompanhar a posse de Sérgio Bravo, além da sua esposa e filhos, a deputada federal Magda Mofatto (PL), o prefeito de Senador Canedo, Fernando Pellozo (PSD), lideranças do PL, advogados, e vereadores de Senador Canedo.

Sérgio Bravo também ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa durante a 18ª Legislatura, entre fevereiro de 2015 e janeiro de 2019.

Decisão da Justiça
Bravo assume a cadeira deixada por Vinícius Cirqueira após a Justiça Eleitoral deliberar pela cassação do diploma do deputado, eleito pelo Pros, e empossado desde 2019. As acusações acatadas pelo TRE dão conta de que o agora ex-parlamentar teria efetuado gastos ilícitos de recursos durante a campanha eleitoral do ano de 2018. Em agosto passado, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral negou o recurso apresentado por Cirqueira no processo que pedia seu afastamento do cargo. A decisão foi tomada por unanimidade pelo colegiado. As acusações de captação e gastos ilícitos foram apresentadas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

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