Congresso discute um Rio de Janeiro antirracista e mais democrático

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Entre os temas estão o racismo ambiental, mudanças climáticas, água, moradia e favelas no século XXI. A primeira edição do encontro, que termina amanhã (3), tem o apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ), do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), da ONU-Habitat, da rede de coletivos independentes PerifaLab e da Coordenadoria de Promoção à Igualdade Racial da prefeitura do Rio.

Segundo o CAU/RJ, o congresso tem como objetivo promover, através do debate e da profunda análise crítica, a construção de cidades antirracistas, reposicionando as favelas e as periferias como um lugar de memória, potencialidade e garantia de direitos por meio da erradicação do racismo no cotidiano da cidade, com infraestruturas resilientes e assentamentos humanos, inclusivos, seguros e sustentáveis.

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Um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Segundo os organizadores do encontro, o Rio, Cidade Antirracista é um evento local, consequentemente está inserido na lógica global da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, a partir do entendimento que no Rio de Janeiro as desigualdades e os problemas endereçados pelos ODS afetam mais as populações negras e indígenas.

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